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    • MPT pede à justiça que Drogaria São Luiz pague R$ 318 mil por não quitar verbas rescisórias de trabalhadores demitidos
    • Mediação do MPT/AL garante pagamento de 13º salário a mais de 800 vigilantes terceirizados
    • Após empresa descumprir TAC, MPT garante destinação de multa a entidades filantrópicas em Alagoas
    • Em ação de execução, MPT/AL cobra R$ 150 mil de prefeito e Município de Atalaia por irregularidades trabalhistas
    • Ministério Público do Trabalho e Instituto Federal de Alagoas buscam parceria para capacitar jovens de baixa renda

    MPT pede à justiça que Drogaria São Luiz pague R$ 318 mil por não quitar verbas rescisórias de trabalhadores demitidos

    Empresa prejudicou 106 trabalhadores ao rescindir contratos sem pagar direitos trabalhistas; rede de farmácias pode ter bens penhorados

    Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas pediu à Justiça do Trabalho, por meio de uma Ação de Execução, que a rede de Drogarias São Luiz seja obrigada a pagar multa de R$ 318 mil por não quitar verbas rescisórias de trabalhadores demitidos da empresa. De acordo com investigação conduzida pelo procurador do MPT Rafael Gazzanéo, autor da ação, 106 ex-empregados foram prejudicados com a conduta ilegal.

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    Mediação do MPT/AL garante pagamento de 13º salário a mais de 800 vigilantes terceirizados

    Maceió/AL - Por meio de mediação entre contratantes e contratados, o Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT/AL) garantiu, nesta terça-feira (6), a gratificação natalina, na íntegra, de mais de 800 vigilantes terceirizados da Secretaria de Saúde do Estado de Alagoas (Sesau) até o dia 20 de dezembro. O pagamento da primeira parcela dos valores conhecidos popularmente por 13º salário estava atrasado desde o último dia 30. 

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    Após empresa descumprir TAC, MPT garante destinação de multa a entidades filantrópicas em Alagoas

    Valor de R$ 23 mil repassado a instituições corresponde à multa paga pelo supermercado Ponto Certo por desrespeitar a jornada de seus trabalhadores

    Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) obteve, por meio de um termo de confissão de dívida e promessa de pagamento firmado pelo Supermercado Ponto Certo, a destinação de R$ 23 mil a cinco instituições filantrópicas e de utilidade pública em Alagoas. O valor a ser repassado corresponde à multa paga pelo supermercado por descumprir um termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado junto ao MPT para adequar a jornada de seus trabalhadores.

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    Em ação de execução, MPT/AL cobra R$ 150 mil de prefeito e Município de Atalaia por irregularidades trabalhistas

    Município firmou termo de ajustamento de conduta em 2016 se comprometendo a garantir melhores condições de trabalho aos garis

    Maceió/AL - Por ferir a legislação trabalhista e desrespeitar termo de compromisso de ajustamento de conduta (TAC), o Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT/AL) ajuizou uma ação de execução de obrigações de pagar quantia certa e fazer contra o Município de Atalaia. O prefeito Francisco Luiz de Albuquerque, conhecido como Chico Vigário, também é alvo do pedido da instituição, que defende condições dignas de trabalho para os garis da cidade. 

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    Ministério Público do Trabalho e Instituto Federal de Alagoas buscam parceria para capacitar jovens de baixa renda

    Objetivo é que adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade busquem o emprego formal e transformem os conhecimentos adquiridos em fonte de renda; iniciativa busca promover a dignidade do trabalho

    Maceió/AL – Uma iniciativa do Ministério Público do Trabalho (MPT), realizada em parceria com o Instituto Federal de Alagoas (IFAL), pretende dar oportunidade de educação profissional gratuita a diversos adolescentes que se encontram em situação de vulnerabilidade. O objetivo do MPT é facilitar o acesso dos jovens ao mercado, como forma de promover a dignidade do trabalho e evitar a exploração infantil e outras problemáticas sociais.

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